A Delegacia do Consumidor (Decon) deflagrou mais uma fase da operação que investiga a comercialização clandestina de canetas emagrecedoras no estado do Rio de Janeiro. A ação tem como alvo uma célula da organização criminosa responsável pela distribuição irregular dos medicamentos.
As investigações começaram após o monitoramento de redes sociais, que levou os agentes à identificação de um suspeito apontado como fornecedor ilegal dos produtos em academias localizadas nas zonas Oeste, sudoeste e Sul da capital.
Com base nas provas reunidas ao longo da apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão em endereços localizados no Rio de Janeiro e na cidade de São Paulo. Segundo a Polícia Civil, todos os alvos possuem ligação com o principal investigado.
As equipes da Decon realizam diligências nos bairros de Campo Grande, Recreio dos Bandeirantes e Barra da Tijuca, além de ações em território paulista. O objetivo é reunir novos elementos de prova, identificar outros envolvidos no esquema e aprofundar as investigações sobre a origem, o armazenamento, a distribuição e a venda dos medicamentos.
Esta é a quarta fase da operação voltada ao combate da comercialização clandestina de medicamentos. De acordo com as investigações, os produtos eram vendidos sem o devido controle sanitário, colocando em risco a saúde dos consumidores devido à falta de garantias sobre a procedência e as condições de armazenamento dos itens.
A Polícia Civil destaca que a venda irregular de medicamentos representa uma grave ameaça à saúde pública e reforça a importância das ações para desarticular organizações criminosas envolvidas nesse tipo de prática.
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