O Governo do Estado reforçou a operação de segurança no segundo dia do Rock in Rio, neste sábado (5), com o uso de tecnologia e a integração entre diferentes forças. A principal novidade é a estreia, em grandes eventos, da Coordenadoria de Operações com Aeronaves Não Tripuladas (COANT) da Polícia Civil.
Criada em maio deste ano, a unidade utiliza drones para monitorar, em tempo real, a Cidade do Rock e os arredores do festival. A atuação tem como objetivo prevenir e identificar rapidamente atividades ilícitas, além de fiscalizar o uso de drones não autorizados.
Os agentes também acompanham o perímetro terrestre para combater crimes e irregularidades, como comércio de produtos falsificados, tráfico de drogas e venda de ingressos falsos.

Polícia Civil atua à paisana
Dentro da Cidade do Rock, policiais civis à paisana circulam entre o público para combater furtos e roubos. O Estado também disponibiliza totens digitais para facilitar o registro de ocorrências e mantém uma estrutura da 16ª DP (Barra da Tijuca) funcionando no próprio evento.
Nos acessos ao festival e nos terminais rodoviários, a Polícia Militar mantém o patrulhamento ostensivo com viaturas, motopatrulhas e equipes do Segurança Presente.
A operação conta ainda com câmeras de reconhecimento facial, drones e aeronaves. A movimentação é acompanhada em tempo real pelo Centro de Comando e Controle Móvel da PM, instalado no BRT Parque Olímpico.

Bombeiros e Lei Seca
O Corpo de Bombeiros Militar permanece de prontidão na Cidade do Rock, com ambulâncias, viaturas de salvamento e drones para apoio às equipes.
Já agentes da Operação Lei Seca realizam ações educativas nas vias de acesso ao festival, orientando os motoristas sobre os riscos de dirigir após o consumo de bebidas alcoólicas.


















