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Alma Cega leva ao palco reflexões sobre racismo, homofobia e violência contra a mulher

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O espetáculo teatral Alma Cega propõe uma reflexão sobre diferentes formas de violência e preconceito presentes na sociedade. A montagem aborda temas como racismo, homofobia e violência contra a mulher e destaca o papel da arte na conscientização e na transformação social.

A peça reúne quatro atores e uma violinista, que toca ao vivo durante a apresentação e ajuda a criar a atmosfera emocional das cenas. Com uma linguagem poética e simbólica, a montagem apresenta situações inspiradas no cotidiano e mostra os impactos da intolerância e da exclusão na vida das pessoas.

Um dos principais elementos do espetáculo é um andaime móvel com rodas. A estrutura se transforma ao longo da apresentação e pode representar diferentes ambientes, como uma casa, um beco e uma jaula. O mesmo espaço também ganha outro significado ao se tornar um palco de resistência e liberdade.

A narrativa apresenta personagens que enfrentam diferentes situações de preconceito e violência. A música executada ao vivo pelo violino acompanha esses momentos e amplia a experiência do público.

Mais do que retratar conflitos, Alma Cega busca estimular a empatia, o respeito às diferenças e a valorização dos direitos humanos. A proposta é levar o público a refletir sobre seu próprio papel na construção de uma sociedade mais justa, humana e solidária.

Ficha técnica

Texto: Odemir Capistrano
Direção: Perceu Silva
Elenco: Alex Bacella, Eve Idrissi, Lúcia Tavares, Luiza Pinhão, Márcia Leão e Rafael Pimentel.

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