Grande Rio e Império Serrano não serão mais rebaixadas, diz Liesa

No dia do aniversário de 453 anos da cidade do Rio de Janeiro, as escolas de samba Acadêmicos do Grande Rio e Império Serrano ganharam um presentão: elas não cairão para a série A do carnaval carioca. Assim ficou decidida na noite desta quarta-feira (28), a plenária da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa). Só Mangueira e Portela foram contrárias à anulação do rebaixamento.

Com o resultado, o Grupo Especial no ano que vem terá 14 escolas de samba, incluindo a Unidos do Viradouro, que subiu da Série A. No grupo de acesso, serão 12 agremiações desfilando. É o 2° ano consecutivo que nenhuma escola será rebaixada. Em 2017, Paraíso do Tuiutí e Unidos da Tijuca foram beneficiadas pela “virada de mesa” e permaneceram no Grupo Especial. A primeira, por conta de um acidente na Avenida que deixou uma pessoa morta e mais de 20 feridas. A segunda, após um desfile em que um carro alegórico despencou.

Este ano, Crivella havia reduzido a subvenção municipal destinada às escolas de samba do Grupo Especial, que caiu de R$ 2 milhões para R$ 1 milhão. O prefeito também se envolveu em polêmicas ao não ir mais uma vez à Marquês de Sapucaí, preferindo viajar para a Europa, “em busca de tecnologia que pudesse contribuir para a melhoria da segurança do Rio”, embora a área seja atribuição do estado. No ano passado, Crivella já não tinha ido ao Sambódromo, mas este ano a expectativa era de que ele fosse assistir ao desfile.

A Império Serrano tinha voltado este ano para o Grupo Especial com um enredo sobre a China e teve vários problemas em seu desfile, que estourou o tempo. A agremiação terminou em 13ª posição, último lugar no desfile. Já a Grande Rio, que fez uma homenagem ao apresentador de TV Chacrinha, também estourou o tempo e um de seus carros alegóricos sequer conseguiu entrar na Sapucaí.

 

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