Pega fogo os bastidores da política em São Gonçalo

Ex-prefeita, Aparecida Panisset está de volta ao jogo político em São Gonçalo. | Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Menos de um ano para o primeiro turno das eleições municipais, São Gonçalo ferve com as articulações políticas e os nomes que vão postular o cargo de prefeito. Quem está de volta ao jogo e deverá incomodar é a ex-prefeita Aparecida Panisset (PDT). Nos corredores políticos, seu nome ganhou destaque e é um dos mais comentados para a disputa. Aparecida Panisset foi prefeita por duas vezes da cidade e também vereadora. Sua cartola de correligionários e simpatizantes é grande.

Apesar de Panisset voltar ao cenário político gonçalense, o PDT da cidade já havia lançado outro pré-candidato a prefeito. Trata-se de Randal Farah (foto). No PT, Dimas Gadelha parece ser o nome já acertado para a disputa. Ele contará com apoio do ex-prefeito de Maricá, Washington Quaquá.

Já no partido do presidente Bolsonaro, o clima é tenso. O vice-prefeito e, agora, ex-deputado federal Ricardo Pericar (PSL) não está nada satisfeito com o pré-candidato Filippe Poubel (PSL). Tudo isso porque Pericar perdeu o mandato após a esposa de Poubel, a deputada Major Fabiana (PSL), ter desembarcado da Secretaria de Estado de Vitimização do Governo Witzel com apenas dois meses no cargo. Com a Major Fabiana de volta à vaga na Câmara Federal, Pericar ficou sem mandato e teve de voltar a São Gonçalo. Vale lembrar que ele só permanece no cargo de vice-prefeito por conta de uma liminar, já que a Lei Orgânica de São Gonçalo não prevê o licenciamento do vice-prefeito para assumir outros cargos eletivos e a Câmara da cidade o forçou a renunciar para assumir em Brasília.

O atual prefeito José Luiz Nanci (Cidadania, antigo PPS) também não tem tido boas notícias. É que corre a boca miúda que Capitão Nelson (Avante), fiel escudeiro, também quer disputar o cargo de prefeito.

Dejorge Patrício (PRB, foto), tem tentado colar sua imagem à do governado Wilson Witzel (PSC). No entanto, uma delação premiada de um empresário do setor de iluminação pública pode complicar sua vida política.

O psolista Professor Josemar (PSOL) ainda não decidiu que rumo tomar. O partido quer um candidato à qualquer custo, mas nada definido. No PCdoB, o presidente municipal do partido se lançou pré-candidato a prefeito. Isaac Ricalde ainda não encontrou ressonância no seu pleito.

O mesmo acontece com Marlos Costa (atualmente no PSB), que não definiu se será candidato e nem por qual partido. À sua sombra tem o deputado Renan Ferreirinha.

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