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Série Ouro: Primeiro dia teve escolas de destaque e algumas com problemas

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Unidos de Padre Miguel, União da Ilha do Governador e Inocentes de Belford Roxo foram os destaques da 1ª noite da Série Ouro. Sete escolas abriram nesta sexta-feira (13) os desfiles da principal divisão de acesso do carnaval carioca.

Ao todo, 15 agremiações almejam o Grupo Especial, mas apenas a campeã vai ascender. Duas serão rebaixadas para a Série Prata, na Intendente Magalhães.

Neste sábado, mais 8 escolas se apresentam.

Confira como passou cada escola:

Unidos do Jacarezinho
De volta à Sapucaí após 13 anos, após subir da Intendente, a Rosa e Branca homenageou o cantor e compositor Xande de Pilares, um dos principais nomes do samba e do pagode. No esquenta, todos cantaram “Tá escrito”, um de seus maiores sucessos.

Foi um desfile de superação, pois a escola teve problemas com 2 incêndios: um em outubro, outro em fevereiro. Várias alas entraram na pista sem fantasias e se apresentaram com camisas da agremiação.

As alegorias vieram pequenas e muito simples, com forro em muitas partes.

Foto: Alex Ferro/Riotur

Inocentes de Belford Roxo

A Inocentes de Belford Roxo apostou na força da cultura nordestina com o enredo “Sonho de um tal pagode russo nos frevos do meu Pernambuco”, sobre a lenda que conecta os passos do frevo à dança russa.

Mais rica, a Caçulinha da Baixada veio com um tripé na comissão de frente, que alternou cossacos com bonecos de barro do Nordeste.

Com carros grandes e bem-acabados, a Inocentes trouxe uma estátua de Luiz Gonzaga e um enorme galo inflável, em referência ao Galo da Madrugada.

Foto: Clara Coiote/Riotur

União do Parque Acari
Com “Brasiliana”, a União do Parque Acari homenageou o 1º grupo de teatro musical brasileiro, criado em 1949, que revolucionou a cena ao incorporar práticas musicais e narrativas populares na dramaturgia.

Com alegorias grandiosas e alas criativas, a escola trouxe referências a ícones do teatro brasileiro.

No último carro, o destaque foi o cantor e compositor Moacyr Luz.

Foto: Clara Coiote/Riotur

Unidos de Bangu
Com um dos melhores sambas da safra, a Unidos de Bangu cantou a cantora e compositora Leci Brandão, que revelou estar muito emocionada já na armação.

Leonardo Moreira e Bárbara Moura, casal de mestre-sala e porta-bandeira, veio com fotos de Leci bordadas na fantasia. A comissão de frente foi formada por malandros e cabrochas e um tripé que evocava uma vitrola.

O 2º carro, que homenageou a Mangueira, teve problemas com parte descolando. Leci veio no último carro, sentada em um trono de raízes.

A escola precisou correr no fim e estourou o tempo, fechando com 56 minutos, 1 a mais que o máximo. Com isso, sai com 0,1 ponto a menos.

Foto: Alexandre Macieira/Riotur

Unidos de Padre Miguel
A Unidos de Padre Miguel tenta voltar ao Grupo Especial após o rebaixamento em 2025. O enredo “Kunhã-Eté: o sopro sagrado da Jurema” deu continuidade às narrativas femininas e brasileiras que marcaram carnavais anteriores, desta vez exaltando a força indígena.

Desta vez, a UPM contou a história de Clara Camarão, guerreira potiguara que se destacou na resistência contra a invasão holandesa no século 17.

Exuberante, o Boi trouxe alegorias enormes e detalhadas. O tripé da comissão de frente era um chafariz.

Foto: Alex Ferro/Riotur

União da Ilha do Governador
Com o enredo “Viva o hoje, o amanhã fica para depois”, a Tricolor Insulana reviveu a passagem do Cometa Halley pela Terra, em 1986, a fim de lembrar que a vida é rara e deve ser vivida intensamente.

Que o diga Gracyanne Barbosa, no meio da recuperação de uma cirurgia no joelho. A modelo foi de tênis, a fim de não forçar muito o tendão rompido há 4 meses.

A Ilha explorou a iluminação cênica da Avenida para destacar os efeitos nos carros alegóricos.

As baianas vieram com uma fantasia dupla-face, de cores distintas.

Foto: João Salles/Riotur

Acadêmicos de Vigário Geral
A escola da Zona Norte apresentou o enredo “Brasil Incógnito: O que seus olhos não veem, a minha imaginação reinventa”, misturando história, cultura e fantasia.

Bem-humorada e colorida, a Tricolor fez uma sátira dos descobrimentos e da exploração no Brasil Colônia.

O último carro veio quebrado — a ponta do chifre direito estava pendurada.

Foto: Alex Ferro/Riotur
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