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Operação do Bope termina com morte de chefe do tráfico em Santa Teresa

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O traficante Cláudio Augusto dos Santos, conhecido como Jiló dos Prazeres, de 55 anos, foi morto na manhã desta quarta-feira (18) durante uma operação da Polícia Militar em comunidades de Santa Teresa, na região central do Rio.

A ação foi conduzida por agentes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), que entraram nas comunidades nas primeiras horas do dia e enfrentaram intensa troca de tiros logo na chegada. Ao todo, 151 policiais participaram da operação, com o apoio de 14 viaturas e dois veículos blindados.

Após a morte do criminoso, suspeitos tentaram interditar o acesso ao Elevado Paulo de Frontin, no Rio Comprido, por volta das 9h, e ordenaram o fechamento de estabelecimentos comerciais na região.

Segundo a Polícia Militar, a operação tem como objetivo cumprir mandados de busca e apreensão contra integrantes do Comando Vermelho envolvidos em roubos de veículos e tráfico de drogas.

Jiló dos Prazeres possuía pelo menos oito mandados de prisão em aberto por crimes como sequestro, cárcere privado, tráfico de drogas e constrangimento ilegal, além de acumular 135 anotações criminais.

A ofensiva desta quarta-feira é a continuidade de uma ação iniciada no dia anterior, quando policiais civis e militares cumpriram 28 mandados de prisão preventiva contra integrantes da facção que atuam na região da Lapa — três dos alvos já estavam presos.

Entre os procurados estava Wilton Carlos Rabello Quintanilha, conhecido como Abelha, apontado como um dos líderes da organização criminosa e já foragido por outros delitos.

De acordo com as investigações, Cláudio Augusto dos Santos era o chefe do tráfico no Morro dos Prazeres e considerado uma das figuras mais influentes dentro da facção. Ele também é apontado como responsável por uma quadrilha especializada em roubos na Zona Sul do Rio.

Jiló dos Prazeres foi ainda identificado como um dos envolvidos na morte do turista italiano Roberto Bardella, em dezembro de 2016. Na ocasião, Bardella e o primo, Rino Polato, entraram por engano na comunidade de moto. Bardella foi baleado e morreu no local, enquanto Polato foi mantido sob poder dos criminosos por cerca de duas horas antes de ser liberado.

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