Balanço positivo de empregos em Maricá, Saquarema, Itaboraí, SG e Niterói

Foto: Tony Winston / Agência Brasília

O estado do Rio de Janeiro manteve, pelo segundo mês consecutivo, panorama de recuperação econômico e geração de empregos; é o que apontam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados pela Secretaria do Trabalho do Ministério da Economia. Foram criados, em todo o estado, quase 14.000 novos postos de trabalho em setembro.

As cinco principais cidades do Leste Fluminense estão inseridos no contexto de geração de empregos criados em todo o estado. No mês, Niterói se destacou e foi quem mais gerou vagas de trabalho. O saldo foi positivo em 555 vagas (4.206 admissões e 3.651 demissões), o que contribuiu para que o déficit registrado em 2019, até então, caísse para 894 postos extintos no município.

Um dos principais mercados consumidores da Região Metropolitana, São Gonçalo foi a segunda cidade da região a registrar criação de postos de trabalho. Foram 389 novas vagas (2.628 admissões e 2.239 demissões) durante os trinta dias de setembro. Apesar do segundo mês consecutivo de resultados positivos, ainda há mais demissões que admissões no ano, em que 876 postos de trabalho foram encerrados.

A cidade da região que mais gerou empregos no ano, Itaboraí, voltou a ter novo superavit mensal de vagas. Foram novos 184 postos, resultado das 830 admissões e 646 desligamentos registrados no mês.

Maricá teve um desempenho semelhante; foram 182 novos postos criados. Em 2019, entre 01/01 e 30/09, o CAGED registrou a criação de 1.423 vagas, sendo a segunda colocada na região a registrar bom desempenho.

Estado e País – Em setembro, em todos os municípios do Rio de Janeiro, foram registrados 13.957 novos empregos. Esse é o segundo mês consecutivo de bom desempenho. Em agosto, foram criadas 11.810 novas vagas com carteira assinada. Já no país, foram 157.213 postos formais de trabalho criados no último mês. A última vez em que a criação de empregos tinha superado esse nível foi em setembro de 2013, quando as admissões superaram as dispensas em 211.068.

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