Darcy Azevedo assume Fundação Santa Cabrini

Voltada para a reinserção de apenados e egresso à sociedade, a Fundação Santa Cabrini (FSC) tem novo comandante. Darcy Azevedo, que tem larga experiência no meio político em São Gonçalo, assume a presidência do órgão, que é vinculado à Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab) e é responsável pela gestão do trabalho prisional no estado do Rio de Janeiro.

“Presidir a Fundação Santa Cabrini, um órgão de referência aos gerenciados do Rio de Janeiro, é um importante desafio para a nossa gestão. Serei mais um profissional empenhado em prol dos apenados fluminenses. Vamos trabalhar para dar total assistência a todos”, afirma o novo presidente.

Com anos dedicados ao serviço público e uma carreira marcada pela experiência nas áreas de Direito e Gestão Pública, Darcy teve atuação em órgãos da administração direta e indireta de governos municipais e estaduais. O novo chefe da FSC ocupou cargos de subchefe de gabinete de vereador em São Gonçalo, Diretor Administrativo, membro de comissão de licitação junto a Fundação de Artes e Secretaria Municipal de Educação de São Gonçalo, além de Coordenador Jurídico na Procuradoria Geral de São Gonçalo.

Dentre suas principais atribuições, destaca-se a presidência da comissão de licitações e coordenação de planejamento e execução de projetos estratégicos do governo municipal. Com foco na implementação de políticas públicas voltadas ao setor de Turismo, Cultura e com Universidades de São Gonçalo.

FUNDAÇÃO SANTA CABRINI – Acumulando experiência de mais 40 anos, a Fundação Santa Cabrini atua com pessoas apenadas no estado do Rio de Janeiro. Sua principal função é realizar parcerias com órgãos públicos e empresas privadas para aproveitamento da mão de obra prisional. Ela também gerencia o pagamento dos detentos que são oriundos no Sistema Prisional, garante o direito de remição de pena e incentiva a ocupação criativa dos presos dentro ou fora da unidades.

A FSC também promove atividades culturais, artísticas e educacionais, e assim, faz com que o a ocupação criativa abranja os detentos em regime fechado, semi-aberto, e ainda, dos que se encontra em liberdade condicional. O objetivo é contribuir na ressocialização dos presos e egressos na sociedade, através da formação profissional e da valorização humana, participando ativamente das Políticas Públicas sobre o sistema penitenciário fluminense.

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