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Dengue: após aumento na procura, Procon investiga preços abusivos por repelentes

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O aumento dos casos de dengue, provocada pelo Aedes aegypti, teve impacto direto nas farmácias de várias cidades da Região Metropolitana. A busca por repelentes teve uma alta de até 70% nos estabelecimentos, os preços estão nas alturas e em alguns lugares as prateleiras estão vazias.

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Foto Raquel Morais

O Procon Estadual do Rio de Janeiro entrou nesse caso e começou uma investigação preliminar para apurar prática abusiva na venda de repelentes. O objetivo é analisar os preços praticados nos repelentes. Há relatos e denúncias que indicam aumento excessivo dos preços durante este período de epidemia de dengue.

“Nosso estoque de repelente acabou e estamos esperando chegar mais. A procura é maior pelo spray mas as pessoas estão com tanto medo que pegam qualquer um”, explicou Nelcimar Oliveira, atendente de uma drogaria do Centro de Niterói.

Cássio Coelho, presidente do Procon-RJ, comentou que os produtos revestidos de essencialidade, como o repelente nesse momento, não podem ter aumentos injustificados, visando o lucro excessivo. “Entendemos que assim, os fornecedores estão se aproveitando da necessidade premente do consumidor, violando a legislação consumerista. O Procon do Estado do Rio não admitirá essa conduta”, frisou.

O Procon RJ informou que, além das notificações que serão emitidas solicitando informações aos principais fornecedores, a autarquia realizará uma pesquisa dos valores dos repelentes para informar e ajudar o consumidor.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) os repelentes apenas afastam os mosquitos do ambiente. São encontrados na forma de espirais, líquidos e pastilhas utilizadas, por exemplo, em aparelhos elétricos. Como no caso dos inseticidas, substância ativa e componentes complementares precisam ser aprovados pela Anvisa.

NITERÓI SOB CONTROLE
Niterói se tornou a primeira cidade brasileira com 100% do território coberto pelo método Wolbachia, conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Divulgação Prefeitura de Niterói

Começou em 2015 com uma ação piloto em Jurujuba. Os números apontam a redução de cerca de 70% dos casos de dengue, 60% de chikungunya e 40% de zika nas áreas onde houve a intervenção entomológica.

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