Entenda a forma de divulgação dos casos suspeitos de Coronavírus pela SES

Foto: Mauricio Bazilio / Divulgação SES

Muita gente se assusta quando, ao final do dia, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) divulga o boletim atualizado do número de casos suspeitos de Coronavírus no estado do Rio de Janeiro. Como a tabela é feita por cidades, toda a população fica em alerta acreditando que a doença pode estar na casa ao lado. Por isso, é importante esclarecer a forma com que esses dados são divulgados.

Quando a SES divulga o número de casos por cidades, trata-se dos moradores daquela cidade com a doença. Ou seja, não necessariamente o paciente acometido com a suspeita do Covid-19 buscou atendimento nas unidades de saúde daquele local.

Por exemplo; um morador de Maricá pode ter sido atendido em uma clínica de Niterói. A Secretaria de Saúde daquele município é informada pela unidade e comunica ao estado que o suposto acometido pela doença foi atendido lá. Ao passar o registro completo para o Governo do Estado, ao checar o endereço, os servidores da Secretaria de Estado de Saúde enquadram o paciente no município em que é residente. Trocando em miúdos; o caso não é registrado no município de atendimento, e sim no de residência do paciente.

Outro ponto a se levar em conta é a diferenciação entre casos realmente suspeitos e casos notificados. Os casos notificados pelas unidades de saúde ou secretarias municipais ainda não podem ser, necessariamente, considerados como suspeitos, já que dependem de avaliação de critérios definidos pelas autoridades sanitárias.

Já casos considerados suspeitos e divulgados pela SES ou Ministério da Saúde já passaram por avaliações detalhadas e serão confirmados ou descartados com base em análises laboratoriais.

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