Estágio avançado de decomposição dificulta descoberta da causa da morte de baleia

De acordo com pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), por conta do estágio avançado de decomposição do corpo da baleia encontrada na Praia da Restinga de Maricá, será difícil determinar a causa da morte do animal. Uma coleta de tecido do animal foi feita para tentar descobrir o motivo do óbito.

A baleia da espécie jubarte e com peso estimado em 15 toneladas, apareceu morta dentro na Área de Proteção Ambiental Estadual de Maricá. Equipes do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) isolaram a área e articulando junto à Prefeitura de Maricá a remoção do animal. Ao contrário do que foi divulgado inicialmente, o corpo da baleia não poderia ser enterrado no local por conta do risco de contaminação biológica do local, mau cheiro e vandalismo.

Os pesquisadores da Uerj foram chamados pela Secretaria de Cidade Sustentável, que também estava envolvida na operação de retirada do animal. “Tão logo fomos informados, acionamos os pesquisadores da UERJ, que vieram a Maricá e recolheram amostras de tecido para análise”, explicou o secretário Guilherme di Cesar Motta.

O corpo do corpo do animal foi levado para o Aterro Sanitário de Ipiibas, em São Gonçalo.

 

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