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Maricá: Descarte irregular de máscaras pode se tornar problema sanitário e ambiental

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O uso de máscaras é uma recomendação mundial como uma forma de evitar o contágio da Covid-19, doença que matou milhares de pessoas ao redor do mundo. Mas, o descarte incorreto do item de proteção pode se tornar um problema sanitário e ambiental.

Em Maricá, o uso de máscara de proteção é obrigatório desde maio de 2020, inicio da pandemia de coronavírus. Após mais de um ano de pandemia, andando pela cidade, inúmeras máscaras de proteção são encontradas pelas ruas.

Embora o município invista em lixeiras, limpeza urbana e conscientize sobre o descarte correto do lixo, a população insiste em deixar as máscaras nas ruas, o que acaba acarretando em mais rastro deixado pela pandemia: o impacto ambiental.

De acordo com Daniel Medeiros, engenheiro ambiental da UFF, o material das máscaras – de pano ou descartáveis – não é reciclável, com uma média de decomposição de 300 a 500 anos.

”As máscaras descartáveis tem em sua composição uma grande quantidade de plástico. O descarte no chão pode entupir bueiros, impedir drenagem, e gerar resíduos nas ruas das cidades. No período das chuvas, todo esse lixo vai gerar um impacto forte porque entope bueiros e gera enchentes. Outro fator é a poluição dos corpos hídricos, rios, lagos e mares. Além de envenenar animais, com a ingestão desses materiais.” afirmou Daniel ao Errejota Notícias.

O descarte correto do item deve ser feito no lixo do banheiro junto com papel higiênico, embalado em uma sacola plástica, assim evitando a proliferação do vírus e não se juntando com lixo que é reciclável. Quando a pessoa estiver fora de casa, o ideal é levar um saco plástico para guardar a máscara até chegar em casa e fazer o descarte correto.

As máscaras de pano devem ser descartadas da mesma forma, quando seu tempo de vida útil terminar. A equipe Errejota Notícias procurou a Prefeitura de Maricá para abordar o assunto mas até a conclusão da matéria, não houve nenhum retorno.

 

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