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Maricá deverá ter “pipódromos”; entenda

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Um projeto de lei do vice-presidente da Câmara de Maricá, Dr. Felipe Auni (PSD), e do primeiro secretário da casa, Marcus Bambam (PV), prevê a criação de pipódromos em Maricá, áreas propícias para “soltar pipas”. Uma lei estadual nesse sentido também já foi sancionada e contabiliza aplausos e congratulações dos amantes da prática.

A Rua Zero, na Barra de Maricá, foi o primeiro local escolhido e que vai receber o título de “pipódromo”. Por lá, deverá ser permitido o uso da linha esportiva de competição (LEC), que é cortante, não utiliza o conhecido “cerol”, cuja produção e venda e proibida por conta de sua periculosidade. A LEC, de acordo com a lei estadual, tem uso restrito nessas áreas.

“Queremos valorizar essa prática que as vezes é muito discriminada. Todo domingo centenas de pipeiros se encontram nessa restinga, brincam e passam muitas horas soltando pipa. Por isso é importante esse local estar legalizado e a Lei Estadual que foi publicada essa semana só reforça a importância dessa valorização. Estamos muito contentes e temos tudo para aceitação em plenário e posterior sanção da Lei”, disse Dr. Felipe Auni ao jornal A Tribuna.

O diretor da regional Maricá da Associação de Pipas Artísticas e Esportivas do Rio de Janeiro, Willian Gil, comentou a movimentação que vem fazendo para que a prática seja vista com bons olhos. “Com os problemas que a linha com cerol, que é proibida, vem trazendo, estamos procurando soluções e conseguimos à nível estadual e estamos buscando à nível municipal para poder não deixar pais de família, pessoas de bem à margem da lei”, explicou.

A lei estadual 8562/19, de autoria do deputado Léo Vieira (PRTB), prevê que a linha esportiva de competição só poderá ser utilizada nos pipódromos, que deverão estar localizados em área restrita aos participantes e a uma distância mínima de um quilômetro de rodovias públicas e de redes elétricas. A linha só poderá ser utilizada por maiores de idades ou por menores com mais de 16 anos expressamente autorizados pelos responsáveis legais.

“Não sei quando começou minha paixão por pipa, faço isso desde que nasci. Em 2008, realizei o primeiro festival de pipas de Itaipuaçu e, de lá pra cá, a atividade só vem crescendo na cidade”, comentou Willian. “Meu filho tem três meses de idade e só vai jogar videogame depois que aprender a soltar pipa. Se ele não gostar, aí sim poderá ir para os eletrônicos”, encerrou o amante da arte que colore os céus e diverte crianças e adultos.

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