O Núcleo de Atuação Perante as Centrais de Audiência de Custódia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (NACAC/MPRJ) obteve, no último sábado (9), a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva do criador de conteúdo Luan Lennon Camacho Braga Oliveira, investigado pelo crime de denunciação caluniosa.
Segundo o auto de prisão em flagrante, o influenciador teria forjado o furto de um celular no Centro do Rio de Janeiro. As investigações iniciais apontam que um homem em situação de rua e usuário de drogas teria sido incentivado a pegar um aparelho deixado dentro de um carro com as janelas abertas, em troca de R$ 30.
Ainda de acordo com os autos, Luan Lennon e integrantes da equipe teriam se posicionado estrategicamente para registrar toda a ação em vídeo.
Durante a audiência de custódia, o Ministério Público defendeu a homologação da prisão em flagrante e a conversão em prisão preventiva, alegando gravidade da conduta, indícios de premeditação e risco à ordem pública e à instrução criminal.
O pedido foi aceito pela Justiça, que destacou existirem elementos que apontam para uma possível armação envolvendo o uso de uma pessoa em situação de vulnerabilidade social. O juízo também ressaltou indícios de que a ação teria sido planejada com finalidade de exposição midiática e eleitoral.




















