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Niterói mantém autopropelidos nas ciclovias, mas desrespeito de motoristas preocupam

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Enquanto o Rio de Janeiro restringiu a circulação de autopropelidos e ciclomotores, Niterói segue permitindo o uso desses veículos em sua malha cicloviária. Apesar da regulamentação, o dia a dia mostra dificuldades no cumprimento das regras e gera preocupação entre usuários.

A cidade conta com mais de 90 quilômetros de ciclovias. Segundo a prefeitura, esses espaços são destinados a bicicletas comuns, elétricas e autopropelidos de baixa potência, conforme normas municipais e do Conselho Nacional de Trânsito. Já os ciclomotores, que possuem acelerador, devem circular nas vias junto aos carros e exigem habilitação e emplacamento.

Mesmo com a legislação, é comum ver ciclomotores e até motos trafegando irregularmente nas ciclovias, principalmente em trechos movimentados, como o cruzamento das avenidas Marquês do Paraná e Roberto Silveira, em Icaraí.

Desde o início do ano, a NitTrans realiza ações educativas para orientar condutores e tentar reduzir as irregularidades. Ainda assim, ciclistas relatam insegurança, principalmente por causa da diferença de velocidade entre os veículos.

Usuários de autopropelidos também demonstram preocupação. Muitos afirmam que se sentem mais seguros nas ciclovias e temem ter que dividir espaço com carros em vias de maior movimento.

Dados do Corpo de Bombeiros indicam que motociclistas estão entre as principais vítimas de acidentes de trânsito na cidade. Já números do Ministério da Saúde apontam aumento nas internações e mortes relacionadas ao trânsito em 2025.

Especialistas em mobilidade urbana destacam que o principal desafio é o controle da velocidade e a fiscalização constante. Eles avaliam que a convivência entre diferentes modais é possível, mas depende de regras claras, sinalização adequada e cumprimento das normas.

A prefeitura informou que também realiza ações de fiscalização em lojas que comercializam esses veículos, para garantir que os consumidores recebam orientações corretas sobre uso e regulamentação.

Segundo o município, a política de mobilidade busca equilibrar o uso de diferentes meios de transporte, com foco na segurança e na convivência entre pedestres, ciclistas e motoristas.

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