Praça Orlando de Barros Pimentel: Vigas do anfiteatro poderão ser reutilizadas

Vigas do anfiteatro foram retiradas serão reutilizadas. | Foto: Lucas Nunes

Durante a demolição do anfiteatro, na Praça Orlando de Barros Pimentel, o presidente da Autarquia de Serviços de Obras de Maricá (Somar), Renato Machado, afirmou que algumas vigas retiradas poderão ser reutilizadas.

A ideia é usar algumas vigas na construção de arquibancadas em campos de várzea da cidade que estão sendo reformados. “A gente percebeu que as vigas centrais tem uma resistência bacana. Como é uma estrutura arredondada, não poderemos usar na lateral do campo, mas podemos usar atrás dos gols, estilo o estádio de São Januário. Vamos perder a base de assento, mas essa é fácil de fazer até mesmo com uma estrutura pré-moldada (na estrutura da Somar temos mão-de-obra para isso)”, comentou Renato.

Para o presidente da Somar, essa é uma forma de se preservar a coisa pública. “É uma forma de reaproveitar o dinheiro público, já que em algum momento foi investido aqui com a melhor das intenções, e quanto a gente puder aproveitar o máximo possível vai ser bom. Tenho certeza que a população e a cidade é quem ganham com isso”, pontuou.

O prefeito Fabiano Horta falou sobre a derrubada do anfiteatro, um marco para a obra de revitalização da Praça Orlando de Barros Pimentel. “Essa é uma praça que, ao longo do tempo, foi ficando espremida. O Anfiteatro e a Casa Digital vieram tirando um pouco do espaço e, cada vez mais, o conceito de cidade tem a ver com os espaços públicos livres, com muita fluência. A gente quer exatamente isso, que a praça ganhe corpo, espaço, amplitude… Aqui é a realização dos grandes eventos da cidade, é o lugar de encontro, é a grande referência que as pessoas tem de marco com relação à Maricá”, acredita.

A nova Praça Orlando de Barros Pimentel receberá um abrigo para passageiros de ônibus, novas luminárias, piso de granito em duas tonalidades e projeto paisagístico. A área infantil também ganhará brinquedos para Pessoas com Deficiência. A previsão é que as obras sejam feitas em oito meses e o investimento total é de R$ 6,6 milhões.

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