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Índice de infestação do Aedes aegypti em São Gonçalo fica em 0,6%, diz Vigilância Ambiental

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A Secretaria de Saúde e Defesa Civil da Prefeitura de São Gonçalo divulgou o resultado do primeiro Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti (LIRAa) realizado entre os dias 3 e 9 deste mês. O município apresentou baixo risco de infestação para dengue, zika e chikungunya, com Índice de Infestação Predial (IIP) de 0,6%.

De acordo com os parâmetros do Ministério da Saúde, índices entre 0% e 0,9% são considerados de baixo risco.

O diretor da Vigilância em Saúde Ambiental, Marcelo Lima, destacou a importância das ações contínuas de combate ao mosquito transmissor.

“Manter São Gonçalo em baixo risco de infestação é resultado de um trabalho permanente das equipes da Vigilância Ambiental. Seguimos realizando as ações de monitoramento, visitas domiciliares, orientação e eliminação de criadouros em toda a cidade. Mesmo com os índices positivos, é fundamental que cada morador continue fazendo a sua parte, evitando água parada e permitindo a entrada dos agentes de combate às endemias. A prevenção continua sendo a principal ferramenta contra doenças como dengue, zika e chikungunya”, afirmou.

O levantamento foi realizado em diversos bairros da cidade, com inspeção de 21.632 imóveis. Foram recolhidas amostras em 51 áreas analisadas, sendo identificadas larvas do mosquito em 40 delas.

Segundo a Vigilância Ambiental, 75,58% dos bairros apresentaram baixo índice de infestação, enquanto 19,77% ficaram em nível médio de risco, com índices entre 1,0 e 3,9%. Apenas 4,65% dos bairros registraram alto índice de infestação, entre 5,2% e 8%. Estão nessa faixa os bairros Salgueiro, Palmeiras, Cruzeiro do Sul e Recanto das Acácias.

O levantamento também apontou os principais locais utilizados pelo mosquito para reprodução. Os depósitos de água para consumo humano no nível do chão concentraram 29,9% dos focos encontrados. Em seguida aparecem recipientes removíveis, como vasos de plantas e pratos, com 24,6%; depósitos fixos, como ralos e calhas, com 15,7%; resíduos sólidos, como garrafas e latas, com 14,9%; pneus, com 11,2%; caixas d’água elevadas, com 2,2%; e depósitos naturais, com 1,5%.

A Vigilância em Saúde Ambiental funciona em novo endereço, na Rua Vereador Clemente Souza e Silva, 440, no bairro Zé Garoto, no antigo Centro de Triagem ao Coronavírus.

O setor também mantém serviço de pronto-atendimento para denúncias e solicitações de vistoria em casos de infestação de vetores. Os moradores podem solicitar atendimento pelo telefone (21) 99388-6484.

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