Confira os erros mais comuns nas transferências entre o Banco Mumbuca e bancos tradicionais

Empresários e beneficiários do Programa de Amparo ao Trabalhador (PAT) vem reclamando, nos últimos dias, da demora nos resgates feitos do Banco Mumbuca para bancos tradicionais (clique aqui e leia mais). Para facilitar e sanar dúvidas de quem realiza o procedimento, o ErreJota Notícias entrou em contato com a instituição maricaense e divulga os erros mais cometidos, para que você se atente na hora de realizar o procedimento e não cometa – ainda que involuntariamente – nenhuma falha.

De acordo com Joaquim Melo, presidente do Banco Mumbuca, um dos principais erros é a solicitação de resgate para contas de terceiros. “Não é permitido um comércio ou pessoas físicas solicitarem resgate para contas de outra pessoa, a não ser dele próprio”, explicou. Ou seja, se você possui determinado valor na sua conta corrente na plataforma E-Dinheiro e queira transferir para uma conta em banco tradicional, deverá ser titular na conta de destino. Não é permitido enviar o dinheiro para a conta do cônjuge, pais, filhos e/ou amigos.

O erro de digitação também é uma das principais causas de demora no depósito dos valores. Com o número da agência e/ou conta de destino errado, o Banco Mumbuca faz a transferência errada. O estorno do banco comercial (devolução dos valores à origem), dependendo dos prazos internos de cada instituição, pode levar dias.

Outra prática comum é a mudança da conta apontada para o resgate após a solicitação de resgate. “Algumas pessoas, depois que solicitam o resgate, vão no aplicativo e trocam o numero da conta bancaria. O Sistema E-dinheiro reconhece o primeiro número e é pra esse numero que é realizado o resgate. O usuário, as vezes, fica esperando o dinheiro na conta que foi registrado posteriormente, mas o dinheiro foi depositado na conta inicial”, disse Joaquim.

Empresas – Comércios e serviços habilitados a receberem pagamentos pela instituição também precisam ficar atentos ao solicitar o resgate. De acordo com a instituição, algumas empresas cadastradas como pessoa jurídica pedem resgate para conta pessoa física (ou vice-versa). A plataforma E-Dinheiro rejeita essa solicitação, o que incorre em atrasos para o pagamento dos valores.

Outra prática que pode atrasar o depósito é a prática de solicitar vários resgates durante o dia. De acordo com Joaquim Melo, além de sobrecarregar o sistema de resgates da plataforma, a prática “é prejudicial para o comércio porque ele paga vários DOCs ou TEDs”, comentou.

A prática de solicitar vários resgates no mesmo dia pode acabar gerando problemas no banco tradicional também. Ao receber três ou mais depósitos ao mesmo dia da mesma fonte pagadora, a conta de destino é passível de bloqueio, pois uma possível fraude pode estar acontecendo. “O ideal é o comércio juntar e pedir só um resgate por dia”, encerrou o presidente do banco solidário municipal.

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