Itaboraí decreta estado de calamidade administrativa

Foto: Divulgação / PMI

O prefeito de Itaboraí Marcelo Delaroli decretou nesta quarta (13) estado de calamidade administrativa na cidade. De acordo com o chefe do Executivo itaboraiense, a gestão anterior deixou a cidade sem contratos de serviços públicos essenciais. A medida foi tomada para que não haja a paralisação das atividades municipais.

“É inacreditável o que nós estamos nos deparando na Prefeitura, mas não vamos desanimar e nem deixar de trabalhar. Não vamos medir esforços para que a população de Itaboraí tenha todos os serviços funcionando”, afirma o prefeito Marcelo Delaroli. A medida tem objetivo de ajustar as contas municipais e solucionar os problemas de gestão encontrados, principalmente, dentro da saúde pública, cemitérios e até na prestação de serviços diários da prefeitura, como limpeza urbana.

Por conta do decreto, as secretarias poderão adotar medidas excepcionais para racionalizar e otimizar os recursos operacionais e de pessoal para que os atendimentos essenciais não sejam interrompidos. Vale lembrar que Delaroli já havia determinado a criação da Comissão de Auditoria e Fiscalização. O setor ficou responsável por levantar todas as folhas de pagamento de servidores ativos e propor ajustes fiscais nos contratos. Outra determinação do prefeito foi a redução de 20% dos custos com cargos em comissão.

Enquanto os trabalhos da auditoria não são finalizados, segundo a Prefeitura de Itaboraí, a população não ficará sem a prestação de serviços essenciais. Inovando no município, Marcelo Delaroli propôs os todos os secretários que busquem alternativas para que nada seja interrompido.

“A população de Itaboraí não pode esperar. Todos os meus secretários estão neste momento buscando soluções, a ordem é não interromper serviços. Decretar calamidade administrativa foi uma medida extrema necessária para que possamos agir mais rápido. Não vamos ficar lamentando os erros dos governos passados, vamos trabalhar e propor soluções”, esclareceu Delaroli.

Nas secretarias municipais de Obras e Serviços Públicos, por exemplo, o próprio prefeito junto com secretários, vereadores, voluntários e servidores da pasta estão realizando mutirões de limpeza pelos principais distritos da cidade para minimizar o impacto da falta de contrato com uma empresa responsável pelo serviço.

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