PGR queria a prisão do governador Wilson Witzel

Foto: Agência Brasil

Afastado do cargo após decisão do ministro do Superior Tribunal de Justiça Benedito Gonçalves, o governador Wilson Witzel (PSC) teve também a prisão preventiva pedida pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Entretanto, a solicitação não foi deferida.

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Apesar disso, medidas cautelares foram determinadas. O governador, além de ter sido afastado por 180 dias do cargo, está proibido de manter contato com investigados, além de não poder ingressar nas dependências do Governo do Estado. Entretanto, poderá permanecer morando na residência oficial, o Palácio Laranjeiras.

“Observo que é razoável apenas o afastamento cautelar do exercício da função pública (…), em detrimento da prisão preventiva, pois, em relação a ele, as supostas atividades de corrupção e lavagem de dinheiro por meio de pagamentos ao escritório de advocacia da primeira-dama devem cessar com o alheamento do exercício da função de chefe máximo do Poder Executivo estadual”, colocou o ministro Benedito Gonçalves na decisão.

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A PGR comparou Witzel aos ex-governadores Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão. Para a Procuradoria-Geral da República, o atual governador montou uma organização criminosa semelhante ao esquema montado pelos anteriores.

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